Em testes na China, Renault Kwid elétrico pode vir ao Brasil

06 de Dezembro de 2017 às 08:00
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Não são apenas os mercados de alto poder aquisitivo e montadoras de perfil premium que estão empenhados no desenvolvimento de carros elétricos. As fabricantes mais populares também estão investindo pesado nesta tecnologia, e dispostas a lançar novidades exclusivas para países emergentes. Com o Kwid em sua versão elétrica sendo desenvolvido na China para mercados emergentes, o diretor executivo da Renault-Nissan Carlos Ghosn diz que não há motivo para o Brasil não ter o carrinho elétrico dentro de pouco tempo.

A grande ideia do grupo Renault-Nissan é ter representatividade elétrica no segmento A, de modo a atingir, principalmente, moradores de grandes cidades como Xangai, Pequim e Nova Déli. Sua premissa é manter a proposta de baixo custo sob a qual o Kwid foi desenvolvido e chegar a um preço final razoável na sua variante elétrica para os padrões locais onde for vendido. O projeto, de forma geral, está sendo tocado em parceria com a Dongfeng, mas a Nissan e a Mitsubishi também deverão ter suas versões próprias, dando assim uma escala muito maior à essa aliança.

A China é o país que mais tem estimulado o desenvolvimento de elétricos, tanto por meio de incentivos fiscais quanto pelas “cotas verdes” estabelecidas para quem produz localmente. Dessa forma o desenvolvimento tem sido em ritmo acelerado, e os principais mercados emergentes, como China, Índia e Brasil podem ter em muito breve um modelo elétrico de custo mais acessível para estimular o crescimento do mercado de automóveis verdes.

Fonte: g1.globo.com/autoesporte

Fotos: Renault/divulgação
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